sexta-feira , novembro 24 2017
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Sindsef encabeça movimento paredista contrário às reformas do Governo Federal 

Contra os retrocessos e o pacote de maldades que Governo Temer tem arbitrariamente imposto aos brasileiros, o Sindsef/RO juntamente com outras entidades sindicais aderiram a Dia Nacional de Mobilização – Acorda Brasil e reuniram centenas de trabalhadores de diversos seguimentos do serviço público, privado e estudantes na Praça Getúlio Vargas, no Centro de Porto Velho. 

O movimento protestou contra o desmonte na carreira pública; a medida Provisória 805 que adia e cancela o reajuste salarial dos servidores; o aumento de 11% para 14% de contribuição previdenciária; a medida que permite a demissão dos servidores públicos; o Projeto de Demissão Voluntária – PDV; a Reforma da Previdência; o trabalho escravo e a Reforma Trabalhista.

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A manifestação foi iniciada pelo vice-presidente do Sindsef/RO, Mário Jorge Sousa de Oliveira. “Não podemos aceitar calados, temos que nos mobilizar, pressionar o Governo e os parlamentares para não permitirem que todas essas medidas nefastas e do pacote de maldade prevaleçam sobre aquilo que conquistamos com muita luta, suor e sacrifício”, disse.  

Para Eliete Azevedo, secretária de Aposentados e Pensionistas do Sindsef, esse é o momento de levar a voz do povo para as ruas. “A partir de amanhã, dia 11, passa a vigorar a reforma trabalhista, onde os parlamentares rasgaram a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas). Vamos luta a hora de lutar é agora”.

O secretário de Imprensa do Sindsef, Paulo Vieira, criticou a Medida Provisória 805 sancionada pelo presidente Michel Temer. “Essa medida nos deixa sem nenhuma perspectiva de reajuste a partir de 2018 e não há previsão de quando voltará acontecer os reajustes assegurados pela constituição”.

Contra o projeto que permite a demissão dos servidores públicos, o secretário de Formação Sindical do Sindsef, Herclus Coelho, ressaltou que os cargos públicos doravante esse projeto serão exercidos por comissionados e terceirizados.  “Não somos contra a avaliação de desempenho, mas aceitamos a forma como esta descrita no projeto que visa tão somente à terceirização e a demissão de servidores”.

Em seguida, o movimento seguiu em passeata para a Avenida 7 de Setembro, onde se uniu aos trabalhadores da Eletrobras Rondônia e da Caerd, em protesto contra a privatização das duas instituições.

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