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sábado , junho 25 2022
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Programa “Fala Porto Velho” entrevista o vice-presidente do Sindsef, Mário Jorge

O vice-presidente do Sindsef, professor Mário Jorge, foi o entrevistado do programa “Fala Porto Velho” da Rádio Boas Novas, apresentado pelo radialista Jônatas Trajano, nesta terça-feira (24).

Na oportunidade, Mário Jorge respondeu perguntas sobre diversos assuntos, entre eles, sobre as atividades do Sindicato em prol dos filiados, as ações judiciais com destaque a vitória do sindicato que conseguiu reverter a Força Executória da AGU e devolver a rubrica do Plano econômico/Collor (84,32%) ao contracheque dos servidores do Ministério da Saúde e Funasa.

O vice-presidente do Sindsef frisou a abrangência do sindicato no estado de Rondônia que hoje defende os direitos de 15 mil filiados distribuídos em diversos órgãos federais.

Durante o programa, Mário criticou o projeto que põe fim a estabilidade no serviço público, uma vez que interesses políticos vão influenciar na avaliação de desempenho, facilitando as exonerações.

“O sindicato está empenhado em cobrar dos parlamentares o veto do projeto, aqueles que foram contra o servidor público ganhará mídia negativa produzida pelo Sindsef e noticiada em todo o Estado”, alertou.

Ideologia de Gênero na Escola

Com uma grande contribuição para o município de Porto Velho nos mandatos de vereador, o professor Mário Jorge sempre priorizou valorizar a educação em sua gestão. Diante disso, um tema levantado pelo radialista Jônatas Trajano, ganhou destaque no programa com uma ampla discussão, a “Ideologia de Gênero na Escola”. 

Com vasta experiência de toda uma vida no âmbito escolar, Mário Jorge vê como uma afronta à família brasileira algumas ações do governo em relação aos nossas crianças.

“É lamentável se propagar essa ideia em relação a fazer uma confusão na cabeça da criança e da família sobre a ideologia de gênero, sempre houve a luta contra o preconceito e a discriminação, mas como professor, penso que expor uma criança de cinco anos e levá-la a refletir sobre fazer a opção pela sua sexualidade, é uma abominação.”, indagou Mário Jorge.